Para mudarmos uma situação, precisamos estar envolvidos e atuantes!

O tema saúde e vida envolve a todos e envolve aspectos bio- psico-sócio espirituais, nos quais todos estamos inseridos, portanto, é essencial nosso envolvimento nessa questão.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A SUPERBACTÉRIA


SUPERBACTÉRIA KPC
O País convive com aumento do número de casos provocados pela KPC. A superbactéria é resistente a maior parte dos antibióticos usados no Brasil, e contaminou 246 pacientes em nosso país desde 2009. O maior número de casos está concentrado em Brasília, onde 154 pacientes foram infectados pela superbactéria KPC.

O que é bactéria KPC?

A bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae Carbapenemase) é um microorganismo que foi modificado geneticamente no ambiente hospitalar e que é resistente aos antibióticos. Os primeiros casos do microorganismo foram detectados em pacientes internados em UTI, nos Estados Unidos. No Brasil, já foram identificados 135 casos suspeitos e confirmados em hospitais do Distrito Federal, até a data presente.

A bactéria KPC, a“superbactéria”, foi identificada pela primeira vez nos Estados Unidos no ano 2000, depois de ter sofrido uma mutação genética, gerando uma resistência a vários antibióticos (carbapenêmicos, especialmente) e a grande capacidade de tornar resistentes outras bactérias.

- A bactéria KPC pode ser encontrada:
 na água, em fezes, no solo, em vegetais, cereais e frutas.
- O contágio ocorre em ambiente hospitalar, pelo contato com secreções do paciente infectado, desde que não sejam respeitadas normas básicas de desinfecção e higiene.

O QUE A KPC PODE CAUSAR?

A KPC pode causar pneumonia, infecções sanguíneas, no trato urinário, em feridas cirúrgicas, enfermidades que podem evoluir para um quadro de infecção generalizada, muitas vezes, mortal.

QUEM SOFRE MAIORES RISCOS?

Crianças, idosos, pessoas debilitadas, com doenças crônicas e imunidade baixa ou submetidas a longos períodos de internação hospitalar (dentro ou fora da UTI) correm risco maior de contrair esse tipo de infecção. A resistência aos antibióticos não é um fenômeno novo nem específico da espécie Klebsiella. Porém, esses germes multirresistentes não conseguem propagar-se fora do ambiente hospitalar.

QUAIS OS SINTOMAS?

Os sintomas são os mesmos de qualquer outra infecção: febre, prostração, dores no corpo, especialmente na bexiga, quando a infecção atinge o trato urinário, e tosse nos episódios de pneumonia.
No geral, os sintomas da bactéria KPC são como o de outras infecções, tais como febre, dores na bexiga (infecção urinária), tosse (infecção respiratória). A população não deve se preocupar, uma vez que a infecção por enquanto corre apenas dentro dos hospitais, e acontece basicamente por contato com secreção ou excreção de pacientes infectados.

COMO PREVENIR?

Lavar bem as mãos  deve ser a principal forma de prevenção. Uma higienização completa das mãos, inclusive entre os dedos, e também o uso do álcool para desinfecção, também é altamente recomendado. Cuidado com o uso indiscriminado de antibióticos, que pode fazer efeito contrário e desenvolver resistência orgânica aos medicamentos.
Outras formas de prevenção contra a propagação das bactérias incluem o uso sistemático de aventais de mangas compridas, luvas e máscaras descartáveis, sempre que houver contato direto com os pacientes, a desinfecção rotineira dos equipamentos hospitalares e a esterilização dos instrumentos médico-cirúrgicos.


FONTE: Informações obtidas através do website do Dr. Drauzio Varella e do site http://www.bacteriakpc.com.br/



segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO E HPV

O Papilomavírus humano (HPV) é um vírus que tem a capacidade de causar lesões na pele e na mucosa, o principal fator de risco do desenvolvimento de câncer do colo uterino. Pode ocasionar lesões que, se não tratadas, têm potencial de progressão para o câncer, responsável por 99% dos casos de câncer do colo uterino.

Já foram descritos na literatura mais de 200 tipos de HPV (NOVAES et al, 2002; e SILVA, R. 2006). Cerca de 100 tipos de HPV foram identificados. Aproximadamente, 20 desses estão associados ao câncer do colo útero. Pelo menos 90% dos casos contem HPV-DNA tipos 16 e 18, considerados de alto risco.

Na maioria dos casos, o contágio ocorre através do contato sexual e com o risco estimado de 60 a 80% em adquirir o HPV através de um único contato sexual (TEIXEIRA, 2000; NOVAES & BARBOSA, 2002; DIÓGENES et al, 2006).

A transmissão também pode ocorrer por objetos contaminados (objetos de uso pessoal, aparelhos médicos, objetos sexuais, dentre outros). Já a contaminação materno-fetal se dá por meio do líquido amniótico ou durante o trabalho de parto. Ainda a lesão na cavidade oral pode se originar de uma relação sexual oral ou contaminação salivar (CARVALHO, 2002; CASTRO et al 2004; DIÓGENES et al, 2006).

De acordo com a federação brasileira de ginecologia e obstetrícia cerca de 10 a 20% das mulheres sexualmente ativas apresentam infecção pelo HPV e menos de 1% daquelas que são portadoras dos tipos ontogênicos irá desenvolver câncer no colo do útero.

Os fatores que favorecem a persistência da infecção são:

1. Tabagismo, devido ao poder de transformar o tecido infectado pelo HPV, que mais é susceptível à mutação e diminuir células responsáveis pela resposta imunológica da pele.
2. Uso de contraceptivos orais. Provavelmente porque fatores hormonais influenciam o desenvolvimento do HPV;
3. Estado imunológico deficiente por carência nutricional;
4. Gestação, pela exposição do colo uterino.
5.Início precoce da vida sexual ativa
6. Antecedente de múltiplos parceiros sexuais aparecem como os dois principais fatores de risco em vários estudos epidemiológicos.


COMO PREVENIR E DETECTAR PRECOCEMENTE?

A prevenção de doença consiste, através da literatura do no uso de preservativo, por diminuir a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitar totalmente); na vacinação, já se encontrando em uso em clínicas particulares. Duas vacinas profiláticas e terapêuticas contra os tipos 6, 11, 16 e 18 (Merck) e 16 e 18 (Glaxo) foram desenvolvidas.

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que todas as  mulheres sexualmente ativas realizem o exame preventivo (PCCU), anualmente, a partir de 25 anos de idade e repitam o exame a cada três anos, após dois resultados consecutivos negativos (LAPIN; DERCHAIN e TAMBASCIA, 2000).

O Exame de PCCU (preventivo/Papanicolau) é realizado ns as unidades básicas de saúde e em laboratório particulares e clínicas ginecológicas particulares.




Localização do colo do útero



Colo do uterino COM LESÕES visualizado por colposcopia


Localização do colo do útero: fundo do canal vaginal, entrada do útero.


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Ah, a amamentação...um BEM (necessário! )

Foto de acervo pessoal



Na década de 80, surgiram estudos quanto às vantagens da amamentação exclusiva tanto para a mulher quanto seu bebê.

[...] sendo que alguns dos benefícios para a mãe incluem: menor sangramento pós-parto e, conseqüentemente, menor incidência de anemias; efeito contraceptivo por seis meses (aleitamento materno exclusivo + ausência de menstruarão) proporcionando maior intervalo entre um parto e outro; recuperação mais rápida do peso pré-gestacional; menor prevalência de câncer de mama, ovário e endométrio; menos fraturas ósseas por osteoporose; para a criança os benefícios de receber leite materno são: menores índices de mortalidade infantil; de desnutrição, de doenças respiratórias, de necessidade de hospitalização por doenças respiratórias; de otites, diabetes mellitus, alergias em geral, leucemias e linfomas, parasitoses intestinais, diarréias, apresentam ainda melhores índices de desenvolvimento neuromotor, cognitivo e social (FEBRASGO, 2007).

                 Os benefícios imunológicos que o lactente adquire pela amamentação devem-se, principalmente, pelo fato de o leite materno conter vários elementos protetores, como anticorpos e substâncias antiinflamatórias que protegem a criança contra a maioria das infecções ou evitam, até mesmo, os sintomas severos.
 
                  Mello et al. (2004) afirma que desde a primeira relação com a mãe ainda no útero até se formar sua personalidade, a criança passa pro transformações quanto ao seu desenvolvimento, no qual diversos aspectos interagem gerando mudanças em si própria e também sendo conduzido pelo meio em que vive.
 
                No entanto, a introdução precoce do aleitamento artificial, pode muitas vezes se estabelecer devido a fatores como a falta de informação da mãe, a precipitação da introdução da mamadeira devido ao choro (por cólica ou outra causa, como fome por hipogalactia segundo Almeida (1992) e até pelo risco docontágio de uma infecção para a criança através do leite materno (GIUGLIANI, 2000; MARQUES, 1997).

             Pacientes privados dos benefícios do aleitamento natural podem estar ligados a pais com práticas e crenças culturais, doenças infecciosas, até o uso de medicamentos e/ou consumo de álcool por parte da mãe durante a lactação (GIUGLIANI, 2000; MARQUES, 1997).

            O ato de amamentar deve ser estimulado, procurando não estabelecer um horário rígido, mas amamentar por livre demanda do bebê, permanecendo quem o amamenta a sua disposição. Por isso, se faz necessário que não ocorra precipitação na introdução do uso de mamadeira só porque a criança chora. Deve-se procurar o pediatra, que confirmará o choro como sendo cólica ou outra causa que não seja a fome por hipogalactia (ALMEIDA, 1992; GARIBALDI, 2003). O leite materno apresenta sua consistência mais densa e cremosa no fim da mamada, podendo assim não necessitando receber água. Possui a mesma quantidade de gordura que o leite da vaca, porém rico em gordura insaturada. O açúcar foi encontrado no leite materno duas vezes mais que no leite de vaca, como também o ferro e um elevado teor de vitaminas (ALMEIDA, 1992).
 
 
O texto completo e original encontra-se no seguinte artigo:
 
MELLO et al. Importância e Possibilidades do Aleitamento Natural e Transmissão de Doenças Infecciosas Para o Nascituro. Pesq Bras Odontoped Clin Integr, João Pessoa, v. 4, n. 2, p. 137-141, maio/ago. 2004.
 

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Queimaduras

As queimaduras estão entre os mais comuns acidentes domésticos. Caracterizam-se por lesões nos tecidos que envolvem as diversas camadas do corpo como a pele, cabelos, pêlos, o tecido celular subcutâneo, músculos, olhos etc . Geralmente são causadas através do contato direto com objetos quentes como brasa, fogo, chamas, vapores quentes, sólidos superaquecidos ou incandescentes. Podem também ser causadas por substâncias químicas como ácidos, soda cáustica e outros. Emanações radioativas como as radiações infravermelhas e ultravioletas, ou ainda a eletricidade, também são fatores desencadeantes das queimaduras. Assim, as queimaduras podem ter origem térmica, química, radioativa ou elétrica.



As queimaduras são classificadas de acordo com a extensão e profundidade da lesão. A gravidade depende mais da extensão do que da profundidade. Uma queimadura de primeiro ou segundo grau em todo o corpo é mais grave do que uma queimadura de terceiro grau de pequena extensão. Saber diferenciar a queimadura é muito importante para que os primeiros cuidados sejam efetuados corretamente.



Queimadura de 1º grau: são queimaduras leves onde ocorre um vermelhidão no local seguido de inchaço e dor variável, não se formam bolhas e a pele não se desprende. Na evolução não surgem cicatrizes mas podem deixar a pele um pouco escura no início, tendendo a se resolver por completo com o tempo.



Queimaduras de 2º grau: nessas queimaduras ocorre um destruição maior da epiderme e derme ,com dor mais intensa e normalmente aparecem bolhas no local ou desprendimento total ou parcial da pele afetada. A recuperação dos tecidos é mais lente e podem deixar cicatrizes e manchas claras ou escuras.



Queimaduras de 3º grau: Neste caso há uma destruição total de todas as camadas da pele ,podendo o local pode ficar esbranquiçado ou carbonizado(escuro). A dor é geralmente pequena pois a queimadura é tão profunda que chega a danificar as terminações nervosas da pele. Pode ser muito grave e até fatal dependendo da porcentagem de área corporal afetada. Na evolução, sempre deixam cicatrizes podendo necessitar de tratamento cirúrgico e fisioterápico posterior para retirada de lesões e aderências que afetem a movimentação. Tardiamente, algumas cicatrizes podem ser foco de carcinomas de pele e por isso o acompanhamento destas lesões é fundamental.

COMO PROCEDER LOGO APÓS O ACIDENTE
Lavar o local com água fria e corrente imediatamente, e, se possível, deixar alguns minutos na água para diminuir a temperatura local. Deve-se a seguir avaliar a lesão e tentar classificar a queimadura.



1º GRAU: após lavar o local, colocar compressas frias para diminuir a dor e o edema. Aplicar pomadas ou cremes de corticóides leves 3 vezes ao dia por 3 a 5 dias. Observar se não aparecem bolhas posteriormente. Caso isso ocorra, passe a seguir as orientações da queimadura de segundo grau.



2º GRAU: após os cuidados iniciais, cobrir as bolhas com gaze e vaselina líquida estéril, mantendo curativos diários até a total cicatrização. Observar sinais de possível infecção local como piora da dor, eritema e edema persistente e presença de secreção amarelada ou pús. Em caso de lesão nos membros mantenha a região queimada mais elevada do que o resto do corpo, para diminuir o inchaço. Deve-se ingerir bastante líquido e, se houver muita dor, um analgésico. Algumas lesões necessitam acompanhamento médico posterior. Queimaduras no rosto, mãos e pés devem ser sempre consideradas sérias e receber imediata atenção médica. Se a queimadura atingir grande área corporal, procure um médico imediatamente.



3º GRAU: Os cuidados iniciais dependerão da gravidade do caso. Em lesões de pequeno porte proceder como nas lesões acima e imediatamente procurar auxílio médico. Se houver queimaduras com produtos químicos, plásticos ou algo que esteja aderido a pele e não saia com facilidade, não tente remover, apenas lave abundantemente com água fria e cubra com pano limpo molhado, encaminhando o doente ao pronto socorro mais próximo. Tente remover anéis, cintos, sapatos e roupas antes que o corpo inche.



IMPORTANTÍSSIMO



• Nunca aplique nenhum produto caseiro como: sal, açúcar, pó de café, pasta da dente, pomadas, ovo, manteiga, óleo de cozinha ou qualquer outro ingrediente, pois eles podem complicar a queimadura e dificultar um diagnóstico mais preciso.



• Não aplique gelo diretamente sobre o local pois isso pode piorar a queimadura.



• Evite também pomadas ou remédios naturais, assim como qualquer medicação que não for prescrita por médicos.



• Em caso de ingestão de produtos caústicos ou queimaduras em boca e olhos, lavar o local com bastante água corrente e procurar o pronto-socorro.



• Não toque a área afetada.


• Não tente retirar pedaços de roupa grudados na pele. Se necessário, recorte em volta da roupa que está aderida a pele queimada.


• Não cubra a queimadura com algodão.


Texto Elaborado pela Dra. Eliandre Palermo - 08/02/04


Fonte:Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica
1 - Dermatologia, Sampaio e Rivitte- 2º Edição.
2 - Site do Instituto pró-queimados(www.institutoproqueimados.com.br/queimadura_prevencao.htm)








terça-feira, 29 de junho de 2010

Conferência discute atendimento de transtornos mentais pelo SUS


Começou dia 28 de junho de 2010 uma série de debates entre representantes da Saúde, Direitos Humanos e outras áreas. Aproximadamente 1,5 mil pessoas vão participar.

O Ministério da Saúde inicia nesta segunda-feira (28) os trabalhos da IV Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial (CNSM-I), em Brasília. O evento vai debater os avanços na rede de atendimento de transtornos mentais e os principais desafios do setor. Até a próxima quinta-feira (1º), cerca de 1,5 mil pessoas devem participar das discussões no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O evento está sendo transmitido ao vivo pelo DATASUS. Para assistir, basta clicar em www.saude.gov.br/em temporeal.

A marca dessa conferência é a integração de diferentes áreas em prol da saúde mental, como Direitos Humanos e Serviço Social. “O trabalho de diversos setores pode conferir um salto de qualidade ao debate da Reforma Psiquiátrica. Vamos fortalecer cada vez mais os serviços abertos, que são adotados em quase todos os países desenvolvidos”, enfatiza o coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e Drogas do Ministério da Saúde, Pedro Gabriel Delgado.

O MS defende que o tratamento de pessoas com transtornos mentais seja baseado em um modelo comunitário de atenção integral. Ou seja, assegura-se ao paciente o direito à liberdade, o apoio da família no processo de recuperação e a participação dele em ações na comunidade. Esse tipo de atendimento é oferecido nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e nos Serviços Residenciais Terapêuticos, que acolhem pessoas recém-saídas de internações de longo período em hospitais psiquiátricos.

“É fundamental o Brasil ter cada vez mais CAPS e residências terapêuticas para que as pessoas com transtornos mentais deixem de ser moradoras de hospitais psiquiátricos”, sublinha o secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, que participou da abertura da conferência na noite de domingo (27).

A rede de atenção à saúde mental também envolve a atenção básica – com os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF); os hospitais gerais – que estão ampliando leitos para pessoas com problemas mentais e dependentes de drogas; e centros de convivência.

HISTÓRICO – A IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial ocorre nove anos depois da aprovação da lei que mudou o modelo de assistência à saúde mental. A Lei 10.216 determina a substituição do atendimento manicomial, que prevê isolar os pacientes com transtornos mentais, pelo modelo comunitário de atenção integral.

“O Ministério da Saúde tem uma grande expectativa com essa conferência para que, passados quase dez anos, possamos alinhar os nossos objetivos com os de especialistas e usuários dos serviços de saúde mental do SUS. Caminharemos assim para o progresso da Reforma Psiquiátrica”, conclui o secretário Alberto Beltrame.

FUNCIONAMENTO – Antes da Conferência Nacional, são realizadas duas etapas de discussão: municipal e estadual. Nesses encontros, os participantes debatem temas que serão levados à edição nacional e elegem os respectivos delegados. São esses representantes que elaboram o relatório conclusivo da conferência nacional com recomendações a todos os níveis de gestão do SUS. A IV CNSM-I terá 1,2 mil delegados, com direito à voz e a voto.

PROGRAMAÇÃO – Serão quatro dias de discussões no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. As mesas e painéis vão ocorrer sempre das 8h30 às 11h e das 11h15 às 12h30 e são abertos à imprensa. Já os grupos de trabalho vão se reunir à tarde e o acesso a essas atividades está restrito aos delegados, convidados e observadores.
Diversas apresentações culturais vão marcar esta edição. Os responsáveis pelas performances ou exposições são os próprios usuários da rede de saúde mental.

Fonte: BRASIL.Ministério da Saúde. 2010. Disponível em: http://http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=931&CO_NOTICIA=11490